Com avaliação sofrível da saúde, governo quer agenda positiva



A decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de suspender a venda de 301 planos de saúde foi tomada em sintonia com o governo. Havia uma cobrança interna para criar uma agenda positiva para o setor.

As ações do governo Dilma na área da saúde permanecem como o maior índice de rejeição pela população, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada na semana passada.

De acordo com o levantamento, 65% dos entrevistados “desaprovam” as políticas de saúde adotadas pelo atual governo. No núcleo palaciano, há preocupação com esse desempenho da área comandada pelo ministro Alexandre Padilha.

Aliás, não é a primeira vez que o governo Dilma faz ações cirúrgicas para dar respostas à população em áreas com avaliação sofrível. Recentemente, Dilma liderou uma cruzada para a redução da taxa de juros. Depois disso, a avaliação do governo subiu nessa área.

O mesmo também ocorreu com a decisão da Anatel de punir operadoras de telefonia que índices elevados de reclamação. Outra ação bem avaliada foi o anúncio da redução da tarifa de energia para o próximo ano.

“A estratégia do governo é encontrar agendas positivas para áreas críticas. Independente de eleição, é lógico que isso tem um reflexo positivo na popularidade”, revelou um ministro ao Blog.

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